GAIO-ROSÁRIO


HISTÓRIA
Habitada desde há seis mil anos, como atesta a jazida arqueológica descoberta em 1994, a área da freguesia do Gaio/Rosário pertencia, no século XVI, à Quinta de Martim Afonso, propriedade de D. Cosmo Bernardes de Macedo, fidalgo da Casa d’El Rei D. João III. Contudo, o seu núcleo habitacional só viria a ter maior expressão no princípio do século XX.
Tradicionalmente relacionada com o rio desde a mais remota origem do povoado, a população dedicou-se às actividades ribeirinhas durante décadas, destacando-se a apanha das famosas ostras do Tejo e o transporte de produtos entre as duas margens, cruzando o Mar da Palha. A partir dos finais da década de 60, com o declínio das actividades ribeirinhas tradicionais, a economia passou a depender mais do exterior. O Gaio e o Rosário, as duas localidades que constituem a freguesia e lhe dão nome, apresentam actualmente um crescimento habitacional moderado e qualificado, bem como grandes potencialidades naturais para o desenvolvimento do turismo ligado ao rio.

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